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domingo, 9 de novembro de 2008

Na Proximidade do Final de Semestre


Abro este tópico com muito gosto, pois, estou dando mais um passo para o futuro. Faço parte de uma “Nova alfabetização”, esta virtual, que vem se concretizando, e nesse semestre, com a interação grupal.

A essência da aprendizagem com troca de idéias através de fóruns, do pbwiki, e-mail, e demais ambientes virtuais. Maravilhosas experiências adquiridas neste semestre de curso.

A aprendizagem se dando na interação e colaboração entre as pessoas (conforme afirmam, Paulo Freire, Maturana, Wygotski e outros teóricos) tornando-nos capazes de conviver em harmonia e ampliando as possibilidades de construção de uma aprendizagem mais eficaz, acreditando que o trabalho interdisciplinar é uma estratégia extremamente eficaz, para demonstrar a importância dessa convivência harmoniosa em sociedade.

A autonomia levando cada um a comportar-se em sociedade como indivíduo livre e esclarecido. Aceitando, debatendo, criticando, errando e acertando, corrigindo e sendo corrigido. Isto sim é democracia, a liberdade de opinião.

Uma Universidade dando igual oportunidade a todos os alunos, independentemente do seu contexto social e geográfico.

Viva a Tecnologia, e o Ensino à Distância!!!




domingo, 2 de novembro de 2008

Cultura de Ter Filhos

Na Interdisciplina de Pcsicologia da Vida Adulta, um novo desafio, realizar um trabalho em grupo, sobre o assunto: Cultura de Ter Filhos e, entre muitas leituras e reflexões encontrei este artigo muito interessante que tratada tragetória da maternidade através dos tempos, do qual passo a fazer um breve resumo .

No passado acreditava-se que a mãe tinha uma função mais biológica que afetiva.

No século XVII, “ a sociedade valorizava o homem, o marido, era normal que a esposa desse prioridade aos interesses deste sobre os do bebê.” (BADINTER, 1985; p. 64). Principalmente entre a burguesia, havia o hábito de deixar a criança na casa das amas.

A criança era considerada um estorvo, os cuidados, a atenção e a fadiga que um bebê representava no lar nem sempre agradava os pais. Muitas crianças morriam nas mãos das amas.

Numerosas perdas de crianças passaram a interessar ao estado se preocupou em salvá-las da morte. "Foi necessária, então, a utilização de muitos argumentos para convencer as mulheres de que era sua vocação – instintiva imaculada e incondicional - SER MÃE. "

No final do século XVIII, idealiza-se o sucesso de uma família fundamentado no amor e já se observa uma mudança nas mentalidades.

"A sobrevivência das crianças agora é prioritária e o abandono do aleitamento é considerado injustiça para com o filho."

A mãe ideal passou a encarregar-se insistentemente de tudo, assumindo sozinha a educação completa dos filhos.

"Ser mãe não deixava tempo livre para a mulher, que se tornou aprisionada no papel de mãe, nos cuidados infantis a que estava obrigada deixar de lado a independência feminina decorrente da recente emancipação do patriarcado."

Nesta fase, mãe ideal conjugaria perfeitamente sexo, estabilidade conjugal e responsabilidade com os filhos.


No contexto histórico do século XX, "mais especificamente das duas grandes guerras observou-se que o recrutamento dos homens para os campos de batalha e determinou a ocupação, por mulheres, de funções anteriormente masculinas."

Esse foi um caminho sem volta, uma vez que à necessidade inicial de assegurar o sustento da família somou-se e seguiu-se um desejo de satisfação pessoal.

"No entanto, a mulher-mãe continuou vivenciando o mito da mãe eternamente abnegada, aquela que é responsável pela felicidade de todos, passando a sofrer conflito e ambigüidade por não conseguir dedicar-se plenamente a sua função de trabalhadora, nem ser uma mãe exemplar."

Atualmente a mãe de dupla jornada é a mulher exerce as funções distintas de subsistência e cuidados com o lar.

"No trabalho, muitas vezes, é obrigada a desenvolver uma atitude convencionalmente masculina para garantir ser tão capaz quanto um homem, enquanto no lar cobra-se uma excelência como dona de casa, capaz de satisfazer com total perfeição os desejos de sua família deseja sem mostrar cansaço."

A rotina diária dessa mulher exige um esforço extra-humano e a percepção de falhas nos papéis determina sentimentos de frustração e culpa.

“Culpada, e de mil formas, por não ser a mãe perfeita dos mitos. Por não fazer tudo pelos filhos,por não saber evitar doenças, ou as notas baixas, por resmungar quando eles acordam a noite ou por reclamar de suas roupas estragadas... Culpada também hoje porque, com toda literatura que explica e aconselha, não temos mais direito de não nos sairmos bem.Essa culpa é a inimiga número um da maternidade feliz. Ela provoca tristeza infinita (e indefinida!) que encontramos com tanta freqüência nas mães jovens.Trata-se, portanto, de um inimigo a abater, imperativamente! É preciso ser uma mãe feliz!” (SERRURIER, 1993; p. 129)

É necessário desacreditar que a "maternidade é superior à paternidade, mas para tal é preciso desmistificar a amor materno inato e tomar o do pré-suposto de que o amor paterno também é semeado, alimentado e aprendido no trato diário com os filhos e que em nada difere, em possibilidade, do amor materno, fazendo-se necessário, então, a família readaptar-se para redistribuir os espaços na criação dos filhos."

Referências:
Julia Gama Tourinho,UERJ – Universidade do Estado do Rio de Janeiro Artigo:A mãe perfeita: idealização e realidade - Algumas reflexões sobre a maternidade

domingo, 21 de setembro de 2008

Ser Adulto



À luz da Lei, adulto é aquele que é plenamente capaz e considerado responsável por seus atos. Na psicologia é a fase posterior da adolescência. Os desafios são inúmeros e em qualquer atitude a ser tomada deve-se ter muita responsabilidade, respeito pelos sentimentos alheios; perseverança no que se faz; ética nas relações inter-pessoais; honestidade em toda e qualquer situação.Ser adulto é acima de tudo não perder a infância e muito menos a juventude. Levar para a vida toda a beleza invisível de atos e situações aparentemente insignificantes da infância e aceitar desafios, não se deixando esmorecer, se tornando imprescindível sem se considerar um ser supremo, à pedra lapidada por excelência, manter-se em posição humilde em seu dia-a-dia, ter sonhos e garra.Diante do exposto, precisamos ter a consciência de que nossa vida é limitada e que precisa ser bem vivida a cada etapa, a cada momento, a cada história... assim, seremos o porto seguro para onde toda família se dirige a fim de beber o ensinamento de quem vive com dignidade e continua fazendo uma história nobre e que por certo será ouvida durante a sapiência de nossa velhice.